sábado, 18 de agosto de 2012

Primeiras Impressões

No post anterior não colocamos sobre o calor de Dubai. Esta foi a primeira vez que pisamos fora do ar condicionado do aeroporto (que quase não dá conta, mas ajuda muuuuito). A água para lavar as mãos e dos bebedouros é quente, naturalmente quente, e já dava indícios do que iríamos encontrar. Eram mais de 3 horas da madrugada quando abriram as portas do inferno. Meu Jesus como é calor, um calor denso, abafado que aumentou muito minha compaixão pelas mulheres de burca, pois este calor ataca diretamente o preto, a roupa preta, e cola nela como se andássemos com um ferro passando a roupa o tempo todo. Dito isto vamos para o calor de Hong Kong. Muito, muito quente, menos que Dubai (pois nada se equipara a Dubai, talvez somente Governador Valadares), mas muito úmido. O suor é fato e inevitável. O bigode vai brotar, mas, como no Rio, sempre entramos em algum lugar com ar condicionado e secamos novamente. E assim vai, ao longo do dia suamos e secamos umas 40 vezes. Ontem à noite saímos depois de uma dormidinha de 5min (das 18h20 as 23h) em busca de comida. Descemos nossa rua extremamente mal encarada à noite, com várias barraquinnhas tampadas com lona, dobramos uma esquina e achamos a Lapa! Sim, aqui é mesmo a cidade gêmea do Rio (tirando toda a tecnologia, transportes urbanos e passarelas superiores, etc). Logo depois da placa da não-extinta Fiorucci, avistamos vários bares, restaurante, com pessoas de todas as cores, formas e roupas passeando. Vimos mulheres com vestidos tão curto que tinham uma calcinha gigante à mostra (é pai, a moda voltou). Plataformas que Carmem Miranda invejaria, homens bem arrumados, garotos com óculos sem lentes e pessoas vestidas de cartoon. Fizemos hora e acabamos comendo um delicioso algo quente de massa arroz gosmenta com porco e camarão. (é Gus... já era). Hoje, durante nossa caminhada diurna pudemos observar algumas falácias sobre esta terra. Não, eles não falam inglês. Já tínhamos experimentado esta sensação com uma outra colônia britânica que visitamos mas realmente acreditávamos que aqui fosse diferente. Os mais velhos então, desiste, impossível até pedir informação. O lance mesmo é começar o curso básico de Cantonês. O meu novo celular já ajuda um pouco, visto que todos os números têm estes fatídicos desenhos. Outra falácia é que aqui tudo é mais barato... bem, o ching ling é mais barato! Isso sim! Na verdade comida é caro, tipo o Brasil. Em alguns itens caros, como relógio e canetas, pudemos fazer uma comparação e em média aqui tem uns 20% de desconto do Brasil, mas nada absurdamente dado. Tomara que isto tudo seja mesmo só primeira impressão. Ah, e os dentes... estes só Jesus na causa mesmo!!!

4 comentários:

  1. Estou amando este blog. é muito bacana saber como voces estão nos primeiros dias, suas impressões. As ruas ai são sempre lotadas e tudo tão colorido nas vitrines? é bom começarem logo as aulas de cantonês para facilitar a vida. A mudança, voces já tem notícias dela?Bijos fiquem com Deus. Tereza

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  2. eeeeeee, que bom mãe que vc comentou! Ja já vem mais!

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  3. meus queridos, muito boa a explicação da viágem e a prineira visão da ilha, realmente a coisa sempre é diferente do que falam, só a gente vendo e vivendo. Vocês vão pegar logo a língua usada para se virarem no dia a dia e tudo fica mais fácil. As novidades são boas para o enrriquecimento da cultura. Cuidado com as comidas, condimentos e óleos. Fiquem com Deus
    Beijo
    Eloi

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  4. Pode começar a fazer uma sessão de estilo nesse blog! Quero foto de todo mundo!!!!
    Boas aulas de cantonês!

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